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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Inhoptah - O Vale dos Deuses

Inhoptah

História

Um dos reinos mais antigos de Erdéria, com milênios de existência. Sua história começa na longínqua Era Mítica, quando o Homem-Deus Ptah encontrou o Vale dos Deuses, lugar que apenas os deuses podiam encontrar e onde estes se encontravam para planejar o mundo. Quando Ptah chegou no Vale, os deuses permitiram ele lá fazer sua morada e foi aceito como representante deles entre os mortais, sendo ele mesmo um deus. Nesta terra maravilhosa encrustrada em um deserto nasceu Inhoptah – o Reino de Ptah.



No início da Era antiga, Inhoptah foi conquistada pelos Ishtarianos e permaneceram assim por longo tempo até serem libertos por Pteh IV que restaurou o poder e indepencia de Ptah e saiu em uma campanha de conquistas contra Ishtar, conquistando o território do antigo império dos heróis ao leste e, ao oeste, todas as terras que tocavam a costa até não haver mais terras e tomando os mares para conquistar mais terras ao sul. Foi assim que o império de Inhoptah se extendendo pelo território sul de Aester e pelo norte de Sobrius, muito além de suas fronteiras em Catai Vicínia.



Mais tarde, com o nacimento de faraós gêmeos o menino chamado Tjesh e a menina chamada Naqad, o reino foi fragmentado em dois, Inhoptah do Leste, governado por Tjesh I e Inhoptah do Oeste governado por Naqad I, com dois faraós. Este período é conhecido como Império das Duas Coroas.

O Império das Duas Coroas ia bem até que os descendentes dos faraós gêmeos começaram a brigar entre sí. O Império de duas Coroas foi dividido, com Tjesh II governando Inhoptah e o reino independente de Shedi, governado pelo Deus-Rei Shedi ficou com todos os territórios do norte de Sobrius. Logo estes dois impérios entraram em guerra, com Shedi conquistando as terras de Inhoptah no sul de Aester e extendendo suas conquistas mais ao leste de Sobrius, na terra das cidades estados Kurates e ao sul de Sobrius, no território dos homens do deserto de Muska.

Os Kurates foram mais do que os Shedi podiam mastigar e rapidamente foram derrotados pela combinação da Liga das Cidades estados Kurates e o nascente império Muska. Os sonhos dos Shedi de dominação acabaram, mas deram lugar aos Kurates, que invadiram as terras de Inhoptah em Aester e expulsaram os Ptahi de Aester.



Para piorar a situação de Inhoptah, ao leste, em Catai Vicínia, ressurgia o império Parsi, sendo liderado pela reencarnação de Mamedes, o magnífico. Cercado de inimigos do leste e oeste Inhoptah decidiu abandonar as ambições imperiais, mas já era tarde demais, Inhoptah acabou sendo conquistada pelo lendário herói Kurates chamado Delos.

A conquista de Delos não durou muito, pois o herói acabou morrendo em uma batalha nas distantes terras de Sheeva. Seus descendentes brigaram entre sí, dando oportunidade para Inhopteh recuperar sua independência.

Com seu reino recuperado, Inhoptah se reestruturou e conseguiu aproveitar o caos gerado pela morte de Delos para retomar suas ambições imperiais, mas seu vizinho do leste, a Parsia também fez o mesmo e os dois impérios lutavam pela supremacia de poder e influêcia de Catai Vicínia até Inhoptah ser subjulgada por um novo superpoder do oeste, o Império de Ypéria. Inhoptah se tornou estado-cliente de Yperia, o Faraó apenas como um funcionário do Imperator Yperiano. A condição de Inhoptah ficou assim até o nascimento do faraó Pteh X, na Era Média.

Pteh X foi um poderoso e influente Faraó que realmente era favorecido pelos deuses. Os deuses disseram a Pteh X que enquanto Inhoptah abandonasse as pretensões imperiais e considerassem apenas o Vales dos Deuses como casa,  enquanto houvesse um Pteh como Faraó, Inhoptah seria eterna. Quando os diligentes Yperianos vieram com exigências para Pteh X, o Faraó apenas disse “não” e os diligentes obedeceram.



Quando os navios Yperianos vieram sufocar a rebelião Ptahi, o mar se abriu encalhando os navios, depois se fechou novamente afundado-os no fundo do mar.
Quando a Parsia atacou a fronteira leste de Inhoptah, uma tempestade de areia cegou todos os soldados, poupando apenas o Deus-Rei Parsi para ele compreender que deveria desistir.
Foi no reino de Pteh X que Inhoptah foi deixada em paz pela Yperia e pela Parsia. O Califado de Al-Hazad, potência crescente na Era Média deixou o Vale dos Deuses em paz, e os Oguzes sequer conseguiram encontrar o Vale dos Deuses quando vieram de Catai Longiqua com sua Gloriosa Horda.

A Era Média foi uma Era de grande poder místico e espiritual para Inhoptah, e permaneceu assim por décadas. Até Inhoptah recuperar suas pretensões imperiais ao comando do Faraó Pteh XVII.

No fim da Era Média, Pteh XVII se aliou com Al-Hazad para enfrentar os Canatos Oguzes que ocupavam tudo que já foi o Império Parsi.  Inhoptah avançou em sua conquista com novo folego, com poder divino e arcano que os Oguzes nunca enfrentaram antes, foi através dos esforços Ptahi que os Oguzes sofreram suas primeiras derrotas e abandonaram suas ambições de conquista total da Catai Vicínia.



Com a vitória, Inhoptah se lançou contra a frágil insurreição Parsi – por a Parsia havia sido conquistada totalmente pelos Oguzes, mas com a Horda Gloriosa abandonando Catai Vicinia, começou a se ressurgir. Parsia só não foi esmagada por Inhoptah por dois fatores. O Primeiro foi a terceira reencarnação de Mamedes, o magnífico que inspirou o povo Parsi contra Inhoptah. A segunda foi o enfraquecimente místico e espíritual de Inhoptah, pois os deuses não estavam mais os ajudando como faziam no Vale dos Deuses.

No reinado de Pteh XXI, após sucessivas derrotas contra a Parsia e Al-Hazad, Inhoptah abandonou todas as pretensões imperiais novamente, se recuando para o Vale dos Deuses.



No início da Era Aurea, o Vale dos Deuses foi invadido pela Fremísia, para evitar um banho de sangue neste território sagrado, Pteh XXII aceitou um abusivo “acordo comercial” com a Fremísia, abrindo seus portos de forma incondicional a todos os “povos livres”. Com isso, Inhoptah foi parcialmente dominada pelos Fremísios e mais tarde, com o enfraquecimento do Império Fremisiano, pelos Valesianos.

Os Asterianos passaram a ver Inhoptah como um polo turístico, que vem apreciar seus monumentos antigos e clima quente, quem sabe até apertar a mão do Faraó Pteh XXIII que dizem ser um deus. Com o estouro da guerra final, Hazad com apoio da Teudonia tomou Inhoptah dos Valesianos. Conflitos sangrentos entre Teudões e Valesianos ocorreram nesta lendária terra de pirâmides e esfinges.



Com o fim da Era Aurea, os Asterianos e os Hazadi remanescentes foram expulsos do Vale dos Deuses ou se intregaram aos nativos. Al-Hazad tentou ganhar domínio de Inhoptah e exterminar de vez por todas a religião Ptahi. Foi o pior erro que eles cometeram. Os defensores de Inhoptah ganharam ajuda dos deuses e expulsaram os Al-Hazad de forma furiosa de lá.  Independentes novamente, sob o comando de um novo Faraó realmente divino, Pteh XXVIII, Inhoptah permanece isolado no Vale dos Deuses, a sua frente um sem número de oportunidades em um mundo tomado pela devastação.

Vida e Sociedade

Inhoptah é um reino extremamente religioso e supersticioso, eles preferem viver de forma isolada no seu paríso entre dois desertos conhecido como Vale dos Deuses. Conhecida pela sua extensa e milenar história, seus monumentos faraônicos, sua contribuição religiosa, filosófica e espiritual para toda Erdéria e pelos seus misteriosos deuses superprotetores, tão familiares para o Asteriano, mas tão diferentes de tudo que há em Erdéria. Nunca houve muita tecnomancia em Inhoptah e após a Tempestade, não há nenhuma, mas o povo não sente e nunca sentiu falta dela, pois os deuses que habitam o Vale, sempre proveram para eles. A área principal de Inhoptah é o Vale dos Deuses, que é cortado pelo grande rio Ropi. É no Vale onde se encontram as mais prosperas cidades e as mais monumentais pirâmides, templos e outras contruções.



O Vale existe dentro de um enorme e inclemente deserto, o Kubra. Inhoptah possui algumas cidades, templos e monumentos neste deserto, mas nada tão esplendoroso como no Vale dos Deuses. Os últimos redutos de Inhoptah são localizados na península do Meio, onde o território Ptahi faz fronteira com o pequeno reino de Mesa. Mais ao leste e ao norte, Inhoptah faz fronteira com a Parsia e a oeste faz fronteira com Delia e Al-Hazad.

Capital

Masir é a capital ancestral de Inhoptah. Em sua história, Inhoptah já teve sua capital transferida duas vezes. Della, fundada pelo herói Kurate Delos foi a capital no domínio Kurate e permaneceu assim por séculos. Borsa, fundada pelo general Fremísiano Borse D’ Lisse se tornou capital portuária no domínio Asteriano, mas Masir sempre voltava a ser a capital de Inhoptah, como é atualmente.
Masir é conhecida pelos sua arquitetura de tirar o folego, com palácios, estelas, esfinges e pirâmides e por sua aura espíritual palpável. O contato com o divino é forte na cidade.


Governo 

Faraó Pteh XXVIII

Religião

Panteão Ptahi, Dualismo, Mesanismo.

Deuses Favorecidos

O Ptahi adora todos os deuses do panteão Ptahi igualmente, mas os mais populares são: Rá (Ráelo), Toth (Arkanototh), Isis (Vaira), Osíris (Manthos) e Set


Língua Predominante

Ptahi

Outras Línguas Faladas

Parsi (língua de Parsia), Hazadi (língua de Al-Hazad), Kurate (língua dos reinos kurates), Inumid (língua de Muska), Canita (língua de Mesa), Fremísio, Vales, Teudão.



quinta-feira, 12 de maio de 2016

Filhos da Tempestade




Havia uma época em que a humanidade estava no seu pináculo. A  terra era fértil e maravilhosa, as cidades eram grandes, cheias de vida e maravilhas. Construções atingiam alturas magníficas, inacreditáveis transportes levavam centenas de pessoas diariamente por terra mar e ar, não haviam lutas, nem forme, nem monstros nem medo. As pessoas não conheciam violência e sorriam e se cumprimentavam quando se encontravam. Aí veio a tempestade. Os céus se tornaram puro fogo azul e violeta. Deles, desceram raios de fogo, eletricidade e morte despedaçando instantaneamente todas as grandes construções, torrando e pondo fogo a todo o verde da terra, pulverizando as plantações e a terra que as proviam. As pessoas morriam aos milhares, milhões. A maioria desapareceu do mundo instantaneamente, muito seria se seus corpos tivessem virado pó, alguns ainda com seus sorrisos de bom dia nos rostos, sem se dar conta que morreram, que nem pó deles sobrou. Dessas pessoas, a única memória que sobrou delas são suas sombras impressas nos escombros. Algumas, no entanto, estavam longe do pior e demoraram muito para morrer. Seus corpos deformados, despedaçados, desmembrados, defumados e desfigurados agonizavam por minutos que pareciam horas, ou por horas que pareciam dias, ou por dias que pareciam anos, ou por anos que pareciam décadas, ou por décadas que pareciam a eternidade antes de morrer, alguns destes agonizam ainda hoje, vagando loucos sem rumo pelo apocalipse que se tornou o mundo. Outros se entediaram de agonizar, e resolveram tentar retomar suas vidas normais, ou algo parecido. Estes sobreviventes são vistos como horrores pelos descendentes daqueles que não testemunharam o fim, e são chamados por nomes feios, como monstros, horrores, zumbis, mutantes, aberrações. Eles não se veem assim, e preferem apenas serem chamados de filhos. Filhos da Tempestade.


Sobreviventes diretos do cataclismo que pôs fim na Era Áurea, os primeiros Filhos da Tempestade foram diretamente afetados pelos efeitos negativos da Tempestade mas que sobreviveram, apesar de terem sofridos terríveis deformidades e mutações que separaram eles de suas raças originais.

Não se sabe exatamente quanto tempo um Filho da Tempestade pode viver, já que não se sabe de nenhum deles que tenha morrido de velhice, além do fato deles não parecerem envelhecer (algo muito difícil de se notar, graças ao aspecto grotesco deles).

Apesar dos filhos da Tempestade terem se originado de uma tragédia eles são capazes de se reproduzirem entre si, se tiverem mantido sua fertilidade (ou se possuírem os órgãos necessários para tal intactos) o resultado é sempre um filho da Tempestade. Relações com outras raças resultam quase sempre em um bebê natimorto e extremamente deformado, nas raríssimas vezes que a cria sobrevive é também um filho da Tempestade. 

Filhos da Tempestade são incompreendidos e temidos pelas demais raças, nunca sendo bem vindos pela comunidade em geral, pois se acredita (com certa razão) que eles trazem doenças consigo, e sua aparência repulsiva não ajuda. Graças a isso, filhos da Tempestade tendem a ser solitários, eremitas e nômades. Os filhos costumam morar em áreas evitadas pelas demais raças ou que ninguém mais habita, como dentro ou nos arredores das antigas ruínas do passado, pântanos estagnados, desertos e outros locais isolados. Rumores abundam de cidades de Filhos da Tempestade, mas nenhum desses rumores foi confirmado. Apesar do isolacionismo, Filhos da Tempestade possuem grande vontade de viver como viviam antes, graças a isso, se esforçam para serem aceitos numa comunidade, seja uma composta exclusivamente por párias ou seja realizando pequenos feitos que beneficiam uma comunidade, na esperança de ser reconhecido e aceito por ela.

Personalidade: Filhos da Tempestade são extremamente anacrônicos, tentando viver ao máximo como viviam antes de tudo acabar, incluindo conservando os maneirismos, gírias, usando referências e nomes de localizações que não existem mais e vestindo as mesmas roupas da época (às vezes literalmente usando as roupas que sobreviveram da época). Outros, no entanto se adaptaram completamente a dura realidade, vivendo se comportando e usando coisas que são uma mistura estranha e chocante de várias épocas e culturas, mas que juntas melhor se adéquam a situação atual do mundo.

Filhos da Tempestade são pragmáticos e desiludidos quanto a religião não dando muita atenção para os caprichos divinos, muitos deles nem acreditando neles como seres divinos e sim como entidades alienígenas extremamente poderosas que nada tem haver com a vida em Erdéria. Entretanto, aqueles que se mantêm agarrados ao passado conseguem encontrar explicações para sua tragédia através da religião e continuam devotos (ou ainda mais devotos do que eram).

Aparência Física: Filhos da tempestade tendem a ser muito magros e ressecados, sua pele é seca e irregular, muitas vezes lhe falta pele em partes do corpo ou no corpo inteiro. A cor de um filho da tempestade é sempre doentia, variando do branco cadavérico, passando pelo vermelho de carne viva, o cinza de carne podre e o verde e amarelo doentio. Os corpos definhados dos Filhos da Tempestade fazem com que eles sejam mais leves e mais baixos que um humano. Seus olhos também têm cores incomuns, o branco leitoso, o amarelo ou o vermelho doentio e o negro são cores possíveis, mas também podem possuir cores de olhos normais. Um Filho da Tempestade com dentes brancos e olhos azuis causa um grande contraste com o resto de sua aparência, mas isso não é incomum. Raramente um filho da tempestade possui cabelo, mas aqueles que possuem o valorizam e o embelezam da melhor maneira que podem. Pelos corporais e faciais também são raros e quando surgem tendem a crescer em lugares errados, de forma desproporcional e desagradável, geralmente acompanhados de caroços e verrugas.

Regiões Favorecidas: Qualquer lugar de Aester.

Religiões Favorecidas: Qualquer.

Sub-raças

Filhos da tempestade foram resultado de uma mutação "fortuita" proveniente do desastre que se abateu no mundo séculos atrás, porém, algumas mutações foram ainda mais tortuosas e geraram raças ainda mais estranhas, algumas delas descritas abaixo:

Vivos-Mortos

 

Filhos da tempestade receberam graves mutações físicas e mentais, mas mantiveram sua consciência e capacidade de pensar, formular ideias e julgar. Alguns, no entanto, perderam inclusive isso. Vivos-Mortos são criaturas idênticas aos Filhos da Tempestade, mas que foram reduzidos a um estado de loucura animalesca irreversível. Vivos-Mortos são predadores ferozes, eles reconhecem que são semelhantes a outros humanoides e outros Filhos da Tempestade, mas os atacam assim que os encontram, pois o veem como competição territorial e uma fonte de alimentos.

Horrores da Tempestade

 

Alguns sobreviventes da tempestade receberam mutações terríveis demais que o transformaram em humanoides monstruosos. Horrores da Tempestade são criaturas que receberam deformidades ainda mais severas que os trouxeram poderes físicos ou intelectuais, extraordinários, a custo de toda sua sanidade e humanidade. Hoje, horrores se veem como seres completamente à parte dos demais humanoides, enxergando-os apenas como vítimas, escravos ou comida. 

Aberrantes


 

Algumas vítimas da tempestade que sobreviveram se tornaram verdadeiras monstruosidades deformadas. Alguns inclusive foram afetados tão próximos uma da outra que se fundiram num único ser. Aberrantes são criaturas que em nada lembram o humanoide (ou os humanoides) que já foram. Seu comportamento é desprovido de qualquer sentido racionalmente concebível, tão arruinada suas mentes ficaram pela tragédia e transformação.

Primogênitos

 

Os filhos da tempestade que foram criados pela tempestade e estão vivos até hoje são conhecidos como Primogênitos. Em sua maioria, os primogênitos são criaturas de grande poder, riqueza e conhecimento acumulados que se isolaram por não mais se identificarem com os demais humanoides e seus interesses e emoções mundanas.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Feriados e datas Comemorativas de Aester



Feriados e Datas Comemorativas


Aester, como qualquer outro lugar, possui suas celebrações, festas e datas de marcos importantes. Abaixo, as principais datas comemorativas de Aester e quando elas se passam.  Os feriados estão divididos pelo mês.

 
1. Nifelia (segundo mês de Inverno) – alusão a Niflheim, reino dos gigantes de gelo – devido ao frio que se inicia neste mês, Nifélia possui 31 dias.

Feriado

Congregatio: Celebrado no 1º, 2º ou 3º dia de Nifélia e normalmente durando de 3 dias a uma semana, o Congregatio é herança dos Yperianos, e é uma confraternização entre classes. Nobre e Camponeses, escravos e amos, senhores feudais e servos, todos eles se sentam a mesma mesa para beber e celebrar. Os templos de Fae, Gaia e Vaira recebem homenagens para promover proteções e bem aventuranças para quando o inverno acabar e os templos de Manthos, Nefasto e Noturnna recebem pedidos de misericórdia e apaziguamento. Os templo de Revel e Hera também celebram o feriado, mas para a organização das festividades do que por qualquer outra coisa.

2.Eolus(terceiro mês de inverno) – homenagem ao deus dos ventos Eolos e também uma forma de tentar apaziguá-lo por um fim de inverno brando. Eolus possui 29 dias.

Feriados

Imóluco: Celebração que ocorre no dia 1º ou 2º de Eolus e tem duração de dois a cinco dias.  É composto de muitas orações aos deuses, principalmente a Vaira, por uma boa plantação e terras férteis, a Silva Artêmia para uma caça abundante e filhos fortes e a Eolus para ventos misericordiosos.  É costume se plantar uma semente neste dia, se ela brotar é bom sinal para a pessoa que plantou e sua família.

Parentália: Celebrado nos dias 11 e 12 de Eolus, era usado para lembrar de entes queridos e parentes mortos, e de perdoar familiares por ofensas ou brigas passadas. Manthos e Hera são os deuses mais celebrados. Também se aproveita para limpar e realizar zelos e manutenções em cemitérios, para que os mortos não tenham motivos de ouvir o chamado de Nefasto e acordar como mortos-vivos.

3.Bela (primeiro mês de primavera) – homenagem a Bela, o deus da guerra. Bela possui 31 dias.

Feriados:

Kalendas: Celebrado nos dias 11 a 15 de Bela, é uma celebração a virilidade, força, atletismo e coragem. Os deuses Zeos Olympus, Heracles Olympus, Bela e Valior são celebrados.  Há muitos jogos, lutas e corridas nestes dias.

Corridas de Kalendas


Ostara: Celebrado dia 21 de Bela, é a chegada da primavera e Marca o tempo das plantações.  Além de Vaira, Silva Artemia e Gaia, Fae, Luna e Arkanototh também são celebrados, pois é considerado um momento mágico. As celebrações ocorrem por uma semana.

Ostara


4. Vaira (segundo mês de primavera) – homenagem a Vaira deusa da agricultura. Vaira possui 30 dias.

Feriados

Ceriália: Promovido no dia 11 ou 12 de Vaira, este dia é marcado por banquetes com muitos cereais e outros frutos da terra.



Beltane: Promovido no dia 30 de Vaira, Beltane é um festival onde várias fogueiras são acesas, as ruas e casas são adornadas com flores e vários banquetes são realizados.  É costume se pular as fogueiras para demonstrações de coragem e simbolismo de virilidade e fertilidade. 



5. Hera (último mês de primavera) – homenagem a Hera – deusa da beleza e das mulheres. Junho 
Possui 31 dias.

Feriado

Vestália: Celebrado no dia 12 de Hera, é o dia que se homenageia as mulheres e as mães. Os deuses Fae, Silva Artemia e Hera são celebradas. Há competições tanto físicas e intelectuais que apenas mulheres podem participar.



6. Polo (primeiro mês de verão) – homenagem a Polo – deus da civilização. Este mês possui 30 dias.

Feriado

Lita: Neste feriado, que é celebrado dia 21 de Polo. A iluminação e a clareza, tanto da natureza quanto do ser ciente são celebradas.  Histórias são contadas neste dia, jogos de atletismo são realizados, concursos tanto artísticos quanto intelectuais são promovidos. Polo, Raelo e Eolos são os deuses mais lembrados.



7. Olympus (segundo mês de verão) – homenagem a Héracles Olympus – deus do atletismo e a Zeos Olympus - Deus do céu e do trovão. Olympus possui 31 dias.



Feriados

Olímpia: Esse feriado, que ocorre nos dias 5 a 13 de Olympus, marca os jogos Olympicos e são dias de muita provação física e superação. 


Festival Opet: Ocorrendo a partir do dia 19 de Olympus e termina dia 1º de Victório. É um festival em que se celebra Ráelo, o sol e suas bênçãos com um belo festival nas ruas e procissões aos templos do deus do sol até o dia 22. Os dias restantes são realizados com orações e jejum (embora só os mais devotos o façam) até o dia 26 de Olympus. No dia 27 até o dia 29 se tem outro festival em homenagem a Arkanototh, são celebrações artísticas e culturais onde desafios intelectuais, exposições de arte e compra e venda de livros e outros produtos relacionados a cultura e conhecimento tomam lugar. Finalmente, o dia 30 até o 1º de Victório são usados para absorção e difusão de conhecimento e cultura de forma calma e contemplativa, além de jejum.
 



8. Victório (último mês de verão) – em homenagem ao imperador Victorus Cesar  - do império Ypérii. Victório possui 30 dias.

Feriados

Lammas: Celebra-se a colheita, o fim do verão e os preparativos para o inverno. É celebrado no dia 1º de Victório.

Dia de todos os Pais: Celebra-se a fermentação do vinho, e os deuses Bahamut, Valior, Zeos Olympus e Raelo. Também é um dia para expiações e julgamentos justos. Celebram-se também os chefes de família e governantes (sejam eles homens ou mulheres). O Dia de Todos os Pais se dá no dia 11 de Victório.

9. Luna (primeiro mês de outono) – em homenagem a deusa da Lua – Luna. Luna possui 31 dias.

Feriado

Mabon: 21 de Luna. Celebra-se a segunda colheita, o dia em que Luna voltou a brilhar e a memória que isso traz de noites dominadas pela escuridão de Noturnna. É uma celebração mais sóbria, regada por histórias e vinhos a luz de velas. As histórias sempre possuem caráter de alerta. O dia também é famoso por demonstrações artísticas de teatro e canções. 



10. Vidigácio (segundo mês de outono) – em homenagem ao primeiro rei de Ypéria e libertador de Aester do domínio Ypérii. Vidigácio possui 30 dias.

Feriado

Souween: Celebrado no dia 30 de Vidigácio, terminando apenas no dia 7 de Nonuo, Soween é uma grande celebração onde se prepara para o inverno e é o último festival de colheita do ano.  É também a celebração para se apaziguar os mortos. Todos os mortos e os espíritos são homenageados. Pessoas costumam se fantasiar de mortos, monstros e espíritos para acautelar os vivos pelos perigos que o inverno trará. 



11. Nonuo (ultimo mês de outono) – palavra para “nono” em Ypérii. Nunuo possui 31 dias. Nonuo não possui feriados, a não ser a continuidade do Souween.

12. Décio (primeiro mês de inverno) – palavra para “décimo” em Ypérii. Décio possui 30 dias.

Feriado

Yule: Comemorado no dia 21 de Décio, é celebrado com trocas de presentes e palavras de esperança e conforto para a volta da luz e dos espíritos de bem. Se o Yule ocorrer bem e nenhuma desgraça ocorrer até o dia 25 de Décio, significa que os deuses e espíritos do bem voltaram mais cedo. É costumeiro reuniões familiares e banquetes no decorrer dos dias.