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quinta-feira, 7 de março de 2013

Grupipo: Personagens e NPCs


Grupipo: Personagens e NPCs:

Abaixo alguns personagens e NPCs da minha primeira campanha em Erdéria usando o Multi20 - ela começou antes de que Erdéria tivesse um conceito sólido. Abaixou podem haver alguns spoilers, mas acredito que sejam inofensivos. 

Golias Machado Barbado:  (Anão, guerreiro 8º, LB – devoto dos ancestrais, 60 anos, 1,29m – olhos castanhos, cabelos negros): Personagem do Rafael que morreu na montanha escavagista. Na ficha havia escrito: “Golias, filho de Anor, que matou o dragão Maulagror, Neto de Beltor, o salvador das montanhas do Alvorecer.”

Huktor Ni’Ce Utgard Condorcet Gu’y  Aska (Mago /Ladrão /Guerreiro, N, 158 anos, 1,58m – 54kg – olhos branco cinza cabelos broncos). Possui um corvo que eu não achei o nome.
Celie Life (1/2 elfa, clériga de hera/maga, NB, 20 anos, 1,70m – 55kg, olhos verdes, cabelos ruivo claro) Tem um sapo que não lembro o nome.





Jackie Gonzaga (humana, maga – 1,70m, 54kg, 17 anos): Filha do regente Gonzaga e Regente Rainha Gabriele Gonzaga, Jackie participou por um período do FTE, mesmo com a desaprovação dos pais.

Kelly (humana,  ladina 4º, N, 17 anos, 1,72m – 62kg, loira de olhos azuis): Kelly era filha de Glark o meio gigante, e irmã de Glork. Ela ficou por um tempo com o grupo mas abandonou ele junto com Jackie, para levá-la para seus pais de volta em segurança.

NPCs:

Grahanna (1/2 elfa, maga (conjuradora) 15º, CM): Grahanna era a principal vilã da aventura Ruina vem à Galope. A aventura se passava em Coro, o rei de Coro, Sebastian, não tinha herdeiros e morreu num terrível acidente quando estava no estábulo real e este foi engolfado num terrível incêndio. Seus parentes então entraram em guerra pelo trono fragmentando Coro em três reinos distintos, Coro Norte, Coro Oeste e Coro Leste. O mais poderoso dos pretendentes do trono é o filho ilegítimo de Sebastian, Torius, que governava Coro Leste e venceu e matou seu primo Lotário, que governava Coro Oeste e forçou seu tio, Barão Eisenstein, senhor de Coro Norte a dobrar os joelhos. Sob o comando de Tórius I, Coro prosperava, mas então um magnífico cavalo surgiu em frente ao rei, maravilhado ele o capturou e o domou. A partir daí, Torius tem tomado escolhas estranhas e impopulares, seu imenso cavalo só obedece duas pessoas, o rei e uma pequena camponesa que cuida do estábulo chamada Grahanna....
Grahanna era uma maga de poder considerável que conjurou um pesadelo galopante – versão diferente e cruel do pesadelo voador – para enfeitiçar e comandar o rei. Pouco a pouco, ela pretende entrar nas graças do rei e casar com ele, se tornando assim rainha. Depois, ela iria matá-lo. Mas os personagens apareceram e assassinaram o rei antes que ela conseguisse isso. As forças infernais com quem ela pactuou, ficaram enfurecidas e atacaram Coro, fazendo o reino entrar em mais um período de caos.  
O grupo fez parte nisso, conseguindo descobrir que o cavalo estava amaldiçoado, mas falhando em descobrir o papel de Grahanna nesta história, apesar de terem descoberto sobre o uso de magia no assassinato do nobre que havia desmascarado a verdade sobre Grahanna e de terem sido atacados por criaturas conjuradas por Grahanna. Eles chegaram a enfrentar Torius, matando o cavalo que ele estava montado (era um cavalo comum, coberto numa ilusão [mais um indício de uso de magia] para parecer o pesadelo galopante), neste combate acabaram matando também Tórius (o enlouquecido pela batalha Stephen King foi o responsável).
Grahanna contornou isto transformando o rei torius num morto-vivo, e dizendo ao povo que o Bom rei voltou dos mortos para trazer glória a Coro. Curiosamente, ela batalha com os diabos que permaneceram e querem para si o reino. O jogo de poder de Coro tem três jogadores, Abigar – o general diabólico que comanda a legião infernal que tem como papel tomar toda Coro em nome do Inferno, atualmente tem domínio do Castelo da Pedra Dura e redondezas, em Coro Leste. Rei Torius, o Ressurreto - Mera marionete nas mãos de Grahanna que tenta conquistar Coro inteira para si, tem domínio de quase toda Coro Oeste e grandes partes de Coro Leste. E barão Eisenstein, que comanda Coro Norte e pequenos trechos de Coro Oeste e Leste, e suspeita de que Torius, o Ressurreto não seja quem ele diz ser. A igreja de Coro está a favor de Barão Eisenstein, mas o povo está do lado de Torius, o Ressurreto. Abigar é o jogador mais fraco, porém ninguém ousa fazer um assalto ou um cerco no inexpugnável Castelo da Pedra Dura. 

Daomodar (Dragão Vermelho Jovem Adulto, macho, CM) Daomodar, o verdadeiro poder da montanha escravagista pretende mudar a aliança da montanha para ser ele o líder, cortando os laços com Dûn para sempre. Mas o juramento que fez com os Githyanki deixa sua ambição em xeque.

Baloorac (Ogro Mago, feiticeiro 4º, NM): Baloorac é o líder da montanha escravagista, tendo pouco contato com Dûn, Baloorac comanda inconteste a montanha. Nunca ninguém havia ousado invadir a montanha, e a ação repentina de um grupo de aventureiros contra ela ergueu um alerta para Baloorac. Um de seus mais preciosos vassalos, O elfo Archon e a vampira Videl deserdaram, e a montanha se encontra vulnerável, mas Baloorac ainda é provido de muitos recursos. Ainda assim, anda intrigado a respeito da motivação daquele grupo. Ele tinha uma pantera negra como familiar chamada Doom.

Archon (Elfo, mago 12º, LM, 240 anos, olhos e cabelos negros) Archon é apaixonado por Videl, e quando ela foi morta pelos aventureiros ele jurou vingança. Conseguiu trazer Videl a não vida novamente e abandonou a montanha escravagista pois eles não estavam inclinados em ajudar em sua vingança. De qualquer forma ele ainda se vê jurado pela montanha, e quando concluir sua vingança, retornará a servi-la.

Calazar (Humano, Clérigo de Eolos 6º, CN): Calazar é um clérigo de Eolos que queria provar para os habitantes infiéis de uma vila que Eolos se enfurece com aqueles que não sabem apreciar seus milagres, e queria destruir a vila com o famoso furacão Talimnor. Foi impedido pelos pjs e por um grupo de Aarockocras que enxergavam apenas desserviço a Eolos na tentativa. Mais informações na aventura Ventos da Fúria.

terça-feira, 5 de março de 2013

O Antigo Império Cobra


A história começou com o sacerdote Anhur do deus Hélios pedindo ajuda dos heróis para acabar com a maldição das cinzas, para isso é preciso realizar um último ritual que envolve o uso de um efreti preso numa garrafa. A primeira garrafa, supostamente podia ser encontrada no fundo da montanha dos medos, um complexo que ninguém ousava se aproximar dominado por orcs e goblinóides. A tentativa do grupo falhou, e eles foram quase que completamente arruinados na tentativa. Anhur os aproximou com a informação de uma segunda garrafa, onde um efreti de nome Yago estaria preso. Esta garrafa está escondida num tesouro antigo dos Sebutis e só pode ser recuperado após uma longa campanha.

Sebutis estão em Erdéria desde a Era Mítica
Acontece que esta ruína está perdida na história e a única pista de onde ela estaria era um distúrbio numa tribo de homens lagarto em Kildeer, onde um mapa antigo poderia ser encontrado, este mapa mostraria Aester a milhares de anos atrás, com a localidade de antigas cidades e templos, incluindo o templo de Horus-Rá, onde, supostamente, estaria o efreti Yago.


Após enfrentar a tribo de homens lagartos e seus atormentadores, um trio de slaads servos de Bela, o grupo descobriu que os slaadi estavam preparando a tribo para a guerra contra o povo serpente que havia se levantado e estava destruindo o reino de Ruiptor. O mapa do antigo império de inhoptah estava em posse dos slaadi que, derrotados, entregaram-no para o grupo.

Neste momento, os aventureiros reparam que a situação de Ruiptor é mesmo negra, um exército de Sebuti e seus escravos devasta as cidades Ruiptori, uma a uma. No caminho para o antigo templo, na Sumbradmar (Seachade), o grupo se depara com um homem, Calonir Anvill, um Ranger de Ruiptor, que os explica o quão difícil está a batalha contra os Sebuti e sua missão: Encontrar o templo antigo de Horu-Rá (Raelo), pois lá, se diz, que existe uma forma de parar o líder dos Sebuti, o poderoso Ighan.

Mas ao chegar ao templo, os heróis são traídos por Anvill e uma emboscada Sebuti caí por cima deles, apesar das dificuldades, o grupo consegue vencer os homens cobra, mas Anvill foge.

Dentro do templo, os personagens se vêem batalhando as formidáveis proteções do local, gigantescas estátuas de soldados antigos ganham vida e atacam-nos, além de golems que representam deuses antigos. Lá eles encontram Archantaleth-Ré, o guardião do templo e o responsável pela derrota de Ighan, eras atrás. 
Archantaleth-Ré
Archantaleth explica que há muito tempo atrás, quando Inhoptah era um grande império, esta região estava dominada por cultistas do deus maligno Set e eles possuíam grande poder e influência na região. Os setitas haviam se transformado em criaturas metade homem metade e cobra, e desenvolvido um artefato de grande poder: A presa e o olho de set. Estes dois artefatos eram responsáveis por conceder poderes quase ilimitados ao escolhido de Set, Ighan, e com este poder, Ighan pretendia liderar os setitas para a vitória certa contra o restante de Inhoptah. Porém, os ptahi aproveitaram que os setitas haviam sofrido uma terrível derrota nas mãos do crescente povo de Yperia e contra atacaram, desta vez com um grande aliado, Archantaleth-Ré, o enviado de Horu-Rá do céu. A batalha entre Archantaleth e Ighan foi grandiosa, culminando na vitória de Archantaleth. Derrotado, Ighan se retirou para as profundezas, mas quando fez isso, Archantaleth o selou para sempre numa prisão e um templo de Horu-Rá foi construído em volta para que Archantaleth pudesse vigiar para sempre e ter certeza que este mal nunca mais iria ressurgir. No processo, Archantaleth destruiu o Olho de Set, mas a presa foi perdida.

Eras depois Archantaleth descobriu o segredo do Artefato setita, a Presa era responsável para o aumento do poder de Ighan, enquanto o Olho era uma forma que os setitas possuíam para controlar e dosar a força do escolhido de Set, para que este nunca ousasse se voltar contra sua própria raça. Graças a este erro, Archantaleth inadvertidamente possibilitou a volta de Ighan. E o mal que assola Ruiptor neste instante está justificado. A passagem de acesso a antiga prisão de Ighan no templo está magicamente selada, impedindo a entrada do grupo ao local onde supostamente eles encontrariam a garrafa do efreti – e a presa de set.
Mas Archantaleth também falou de esperanças, pois existe um ser no mundo capaz de reconstruir o Olho de Set e com o olho seria possível controlar a presa - e consequentemente derrotar Ighan. Mas para isso, é preciso viajar até o pico de cristal, lar de Sildamnor, o dragão de cristal e convencê-lo a refazer a Orbe, retornar para o templo onde Archantaleth abriria a passagem para os tuneis Sebuti e os heróis poderiam unir orbe com presa e enfraquecer Ighan, possibilitando a Archantaleth, de uma vez por todas, derrotá-lo.
O grupo então parte rumo ao pico de cristal, um difícil caminho entre as montanhas. Mas graças a ajuda dos anões, o caminho pode ser feito de forma mais fácil, através das passagens que os anões conhecem tão bem entre as montanhas.

Após o grupo ter enfrentado uma alcatéia de worgs, eles chegam na cidade Anã de Touer onde encontram um antigo amigo, Golias o guerreiro anão. (Detalhe: eles bem podem já ter passado por Touer e se encontram agora em Kaurim, outra cidade anã, neste caso, eles estariam munidos de pôneis Undergim).

O que vem a seguir pode estragar algumas surpresas, mas é ótimo também para se empolgar pela continuidade da aventura!