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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Feriados e datas Comemorativas de Aester



Feriados e Datas Comemorativas


Aester, como qualquer outro lugar, possui suas celebrações, festas e datas de marcos importantes. Abaixo, as principais datas comemorativas de Aester e quando elas se passam.  Os feriados estão divididos pelo mês.

 
1. Nifelia (segundo mês de Inverno) – alusão a Niflheim, reino dos gigantes de gelo – devido ao frio que se inicia neste mês, Nifélia possui 31 dias.

Feriado

Congregatio: Celebrado no 1º, 2º ou 3º dia de Nifélia e normalmente durando de 3 dias a uma semana, o Congregatio é herança dos Yperianos, e é uma confraternização entre classes. Nobre e Camponeses, escravos e amos, senhores feudais e servos, todos eles se sentam a mesma mesa para beber e celebrar. Os templos de Fae, Gaia e Vaira recebem homenagens para promover proteções e bem aventuranças para quando o inverno acabar e os templos de Manthos, Nefasto e Noturnna recebem pedidos de misericórdia e apaziguamento. Os templo de Revel e Hera também celebram o feriado, mas para a organização das festividades do que por qualquer outra coisa.

2.Eolus(terceiro mês de inverno) – homenagem ao deus dos ventos Eolos e também uma forma de tentar apaziguá-lo por um fim de inverno brando. Eolus possui 29 dias.

Feriados

Imóluco: Celebração que ocorre no dia 1º ou 2º de Eolus e tem duração de dois a cinco dias.  É composto de muitas orações aos deuses, principalmente a Vaira, por uma boa plantação e terras férteis, a Silva Artêmia para uma caça abundante e filhos fortes e a Eolus para ventos misericordiosos.  É costume se plantar uma semente neste dia, se ela brotar é bom sinal para a pessoa que plantou e sua família.

Parentália: Celebrado nos dias 11 e 12 de Eolus, era usado para lembrar de entes queridos e parentes mortos, e de perdoar familiares por ofensas ou brigas passadas. Manthos e Hera são os deuses mais celebrados. Também se aproveita para limpar e realizar zelos e manutenções em cemitérios, para que os mortos não tenham motivos de ouvir o chamado de Nefasto e acordar como mortos-vivos.

3.Bela (primeiro mês de primavera) – homenagem a Bela, o deus da guerra. Bela possui 31 dias.

Feriados:

Kalendas: Celebrado nos dias 11 a 15 de Bela, é uma celebração a virilidade, força, atletismo e coragem. Os deuses Zeos Olympus, Heracles Olympus, Bela e Valior são celebrados.  Há muitos jogos, lutas e corridas nestes dias.

Corridas de Kalendas


Ostara: Celebrado dia 21 de Bela, é a chegada da primavera e Marca o tempo das plantações.  Além de Vaira, Silva Artemia e Gaia, Fae, Luna e Arkanototh também são celebrados, pois é considerado um momento mágico. As celebrações ocorrem por uma semana.

Ostara


4. Vaira (segundo mês de primavera) – homenagem a Vaira deusa da agricultura. Vaira possui 30 dias.

Feriados

Ceriália: Promovido no dia 11 ou 12 de Vaira, este dia é marcado por banquetes com muitos cereais e outros frutos da terra.



Beltane: Promovido no dia 30 de Vaira, Beltane é um festival onde várias fogueiras são acesas, as ruas e casas são adornadas com flores e vários banquetes são realizados.  É costume se pular as fogueiras para demonstrações de coragem e simbolismo de virilidade e fertilidade. 



5. Hera (último mês de primavera) – homenagem a Hera – deusa da beleza e das mulheres. Junho 
Possui 31 dias.

Feriado

Vestália: Celebrado no dia 12 de Hera, é o dia que se homenageia as mulheres e as mães. Os deuses Fae, Silva Artemia e Hera são celebradas. Há competições tanto físicas e intelectuais que apenas mulheres podem participar.



6. Polo (primeiro mês de verão) – homenagem a Polo – deus da civilização. Este mês possui 30 dias.

Feriado

Lita: Neste feriado, que é celebrado dia 21 de Polo. A iluminação e a clareza, tanto da natureza quanto do ser ciente são celebradas.  Histórias são contadas neste dia, jogos de atletismo são realizados, concursos tanto artísticos quanto intelectuais são promovidos. Polo, Raelo e Eolos são os deuses mais lembrados.



7. Olympus (segundo mês de verão) – homenagem a Héracles Olympus – deus do atletismo e a Zeos Olympus - Deus do céu e do trovão. Olympus possui 31 dias.



Feriados

Olímpia: Esse feriado, que ocorre nos dias 5 a 13 de Olympus, marca os jogos Olympicos e são dias de muita provação física e superação. 


Festival Opet: Ocorrendo a partir do dia 19 de Olympus e termina dia 1º de Victório. É um festival em que se celebra Ráelo, o sol e suas bênçãos com um belo festival nas ruas e procissões aos templos do deus do sol até o dia 22. Os dias restantes são realizados com orações e jejum (embora só os mais devotos o façam) até o dia 26 de Olympus. No dia 27 até o dia 29 se tem outro festival em homenagem a Arkanototh, são celebrações artísticas e culturais onde desafios intelectuais, exposições de arte e compra e venda de livros e outros produtos relacionados a cultura e conhecimento tomam lugar. Finalmente, o dia 30 até o 1º de Victório são usados para absorção e difusão de conhecimento e cultura de forma calma e contemplativa, além de jejum.
 



8. Victório (último mês de verão) – em homenagem ao imperador Victorus Cesar  - do império Ypérii. Victório possui 30 dias.

Feriados

Lammas: Celebra-se a colheita, o fim do verão e os preparativos para o inverno. É celebrado no dia 1º de Victório.

Dia de todos os Pais: Celebra-se a fermentação do vinho, e os deuses Bahamut, Valior, Zeos Olympus e Raelo. Também é um dia para expiações e julgamentos justos. Celebram-se também os chefes de família e governantes (sejam eles homens ou mulheres). O Dia de Todos os Pais se dá no dia 11 de Victório.

9. Luna (primeiro mês de outono) – em homenagem a deusa da Lua – Luna. Luna possui 31 dias.

Feriado

Mabon: 21 de Luna. Celebra-se a segunda colheita, o dia em que Luna voltou a brilhar e a memória que isso traz de noites dominadas pela escuridão de Noturnna. É uma celebração mais sóbria, regada por histórias e vinhos a luz de velas. As histórias sempre possuem caráter de alerta. O dia também é famoso por demonstrações artísticas de teatro e canções. 



10. Vidigácio (segundo mês de outono) – em homenagem ao primeiro rei de Ypéria e libertador de Aester do domínio Ypérii. Vidigácio possui 30 dias.

Feriado

Souween: Celebrado no dia 30 de Vidigácio, terminando apenas no dia 7 de Nonuo, Soween é uma grande celebração onde se prepara para o inverno e é o último festival de colheita do ano.  É também a celebração para se apaziguar os mortos. Todos os mortos e os espíritos são homenageados. Pessoas costumam se fantasiar de mortos, monstros e espíritos para acautelar os vivos pelos perigos que o inverno trará. 



11. Nonuo (ultimo mês de outono) – palavra para “nono” em Ypérii. Nunuo possui 31 dias. Nonuo não possui feriados, a não ser a continuidade do Souween.

12. Décio (primeiro mês de inverno) – palavra para “décimo” em Ypérii. Décio possui 30 dias.

Feriado

Yule: Comemorado no dia 21 de Décio, é celebrado com trocas de presentes e palavras de esperança e conforto para a volta da luz e dos espíritos de bem. Se o Yule ocorrer bem e nenhuma desgraça ocorrer até o dia 25 de Décio, significa que os deuses e espíritos do bem voltaram mais cedo. É costumeiro reuniões familiares e banquetes no decorrer dos dias. 


segunda-feira, 4 de abril de 2016

Apelar e ser apelão é ruim? NÃO! É BOM! Diferenças entre apelar e otimizar.



Tenho um amigo meu que morre de medo da alcunha de apelão, e que se esconde em falácias como “sou muito azarado, por isso preciso minimizar as chances de meus personagens de serem ruins” ou “estou apenas otimizando meu personagem”.

Quanto a azar, não há o que fazer. Se isso existe mesmo, não importa o quanto você apele, não vai dar certo.

Quanto a otimizar o personagem, bem... qual a diferença entre otimizar e apelar? E porque apelar NÃO É RUIM!?

A diferença entre os termos é muito tênue.

Meu grupo mais antigo é composto por um bando de macacos velhos. Eles adoram o RPG, mas morrem de medo de entender regras novas! Preferindo inclusive jogar as versões mais antigas do jogo! Ok, beleza, tudo bem! Mas eu como desginer de jogos fico triste, pois eles não exploram as regras que eu criei. Sinto falta da veia de apelão deles (sou eu que otimizo os personagens deles).

Otimizar ficha é pensar em um personagem com carinho, e após estar tudo definido na imaginação sobre sua cultura, tipos de magias e armas dessa cultura, etc. Procurar regras que deixem ele bom naquela coerência que você montou para ele.

Por exemplo, um jogador faz um mago especialista em magias de fogo. Pouco importa para ele se magias de gelo são mais fortes, ele nem as vê. Ele vê todas as de fogo e escolhe as melhores. Ou um cavaleiro medieval, pouco importa para o jogador se a melhor arma é a espada japonesa, ele nem passou os olhos por ela. Mas ele otimizou seu personagem para lutar o melhor possível com escudo, espada longa, lança e mangual.

Katana? Isso é nome de algum ser infernal? Eu o mato com um golpe de minha leal espada longa! -Jogador otimizador.


Apelar é juntar todos os benefícios possíveis em uma única ficha sem se importar com o personagem, com a personalidade dele ou mesmo com a coerência de suas habilidades. Personalidade, roleplay e coerência são opcionais para o apelão.

Mas alguns apelões (e eu sou um deles!) conseguem juntar tudo quanto é regra, apelando mesmo, sem coerência nenhuma e depois amarrar uma coerência em tudo como nunca ninguém imaginou!

Por exemplo, o apelão vê que katanas são as melhores armas do jogo e armaduras completas são as melhores armaduras disponíveis. Mas o jogo vai ser numa campanha no estilo viking, onde não existem armaduras completas nem katanas. Ele faz o build em volta do uso de katanas e armaduras completas. E no jogo, diz que seu personagem é um oriental que estava em uma expedição no ocidente e se apaixonou por armaduras completas dos cavaleiros medievais e passou a usar uma, quando seu navio naufragou e foi resgatado por vikings. Ou que é um viking que conseguiu armadura completa e katanas em expedições mais para o sul e para o oriente, se apaixonou por elas e se especializou nelas. Isso é apelar e criar uma coerência.


Achei esse build de usar foice e Grande Machado no Complete Guide to Break Games... Ops! quer dizer, passei minha vida inteira treinando no uso destas armas!! -Jogador apelão.

Otimizar seria ele tentar tirar o melhor da luta com machados, espadas longas, cotas de malha e escudos de madeira armas e armaduras típicas de um viking.

Eu como mestre não proíbo nada, nem apelões! Gosto deles até! Eles me desafiam, encontram falhas na regra que mais tarde eu posso consertar! Se interessam pela mecânica do jogo e isso faz eu gostar deles mais ainda. Fico triste quando não tem um no jogo, pois mecânica é parte do jogo, o otimizador de personagens nem quer olhar aquela magia de gelo mais forte do que as de fogo "porque meu personagem é um mago de fogo e não quer usar gelo". Nem vê aquela arma japonesa de crítico altíssimo porque "meu personagem é um cavaleiro no estilo europeu, nem sabe que isso existe". Já o apelão vê tudo!

Se você cria builds primeiro e depois coloca um personagem em volta dele, se você vê qual a melhor arma, de maior dano e maior crítico, vê qual magia causa mais dano e mais debuffs ao mesmo tempo e só depois pensa em como juntar tudo isso no seu personagem de forma coerente (ou não), então parabéns! Você é apelão! Se as regras no jogo forem sólidas, não há mal nenhum em ser um! E não há regra no jogo que o impeça a ser apelão! Mas seja um apelão consciente! Não estrague a diversão dos outros e busque trazer coerencia a seu personagem! Essa é a regra.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Origem da Guerra Final



A Guerra Final.

“Livramos-nos da umbra dos elfos e seu desejo de nos prender em suas matas fechadas, nos desagrilhoamos dos anões e seu objetivo de nos confinar num claustro cavernoso e escuro. Nos libertamos dos gigantes, e suas diversas tentativas de nos ocultar em suas nubladas montanhas – agora vos peço para juntarem-se a mim, e nos livrarmos dos reis e imperadores que querem ofuscar o fulgor da raça humano no brilho fosco de suas coroas e cetros de ouro! A Era dos reis passou! Três vivas a era Áurea dos homens!”
Madelainne du Lisse discursando para as tropas da recém unida Fremísia no campo de Bella contra o Exército Imperial Rici. – Guerras Fremísias; 13 de Luna de 1817 AV.

"A se desgraças pudessem ser revertidas, lágrimas deixassem de serem derramadas, guerras parassem de serem travadas." – Antonov Strofovich, Poesia Final; 02 de Olympus de 1913 AV.

Em 1913, Aester ainda estava em choque com os desdobramentos da Guerra do Sangue Gelado, acorrida em 1911 na Veslakia. Nesta guerra, a Teudônia mostrou todo seu poderio militar, levando as demais nações a uma corrida armamentista e de estreitamento de alianças. 

Neste tempo, Estúria estava cobiçando territórios de Galei, incluindo iniciando hostilidades. Mas graças a interrupção da Grã-Duquesa Hyrien Uberhaus, que conversou a portas fechadas com o Monarca Estanhol Marco V, as hostilidades da Estúria se cessaram. Dias depois, Galei se apressou a fazer uma aliança militar com a Teudônia.

Acontece que a monarquia Estanhola não detinha mais o verdadeiro poder em estúria e sim, o parlamento. Apesar disso, bastou uma conversa com a futura Caiserina da Teudônia com Marco V, para o monarca usar sua influencia para abrir uma reuniçao as portas fechadas com o parlamento. O assunto? A conversa com a Gra-Duquesa teudã. Após a conversa, sem nenhuma explicação, o parlamento vota no fim das hostilidades contra Galei. Dias depois dessa conversa, Galei se alia a Teudônia. 
Grã-Duquesa Hyrien


Esturia já era cheia de grupos revolucionários que achavam o parlamento muito fraco, muito temeroso aos movimentos dos vizinhos e a continuidade da família real ia contra seus pensamentos de república verdadeira. Quando seu país se movia para um justo conflito para recuperar terras roubadas por uma monarquia decrépita representada por Galei, o fraco parlamento se dobra as veladas ameaças teudãs proferidas às portas fechadas nos ouvidos de um monarca desacreditado pela sua própria gente. Isso foi a gota d’agua para estes grupos revoltosos e eles começaram a se movimentar para derrubar o rei e o parlamento fantoche e criar um governo verdadeiramente republicano. 

Acontece que, o que os revoltosos não sabiam é que a Condessa Hyrien Uberhaus era uma notória pacifista e, por ter passado boa parte de sua infância morando com a família real estanhola na capital estanhola. Izerran, ela era uma apaixonada pela Estúria, seu povo e cultura. 

Os revoltosos sabiam, no entanto, o verdadeiro teor da conversa. Hyrien Uberhaus tinha um plano de, quando se tornasse Caiserina (o que seria em breve, considerando a idade avançada de seu pai), ela planejava usar a influência da Teudônia para reavivar o tratado Galevo-Esturiano de boa convivência, firmado décadas atrás pelos monarcas das duas nações, onde seriam devolvidos territórios Estanhóis em troca de territórios Galeivianos e paz entre as duas nações. Tudo que Galeivianos e Estanhóis sempre queriam.  A Grã-Duquesa também tinha intenções de formar uma nova liga Veslaka, totalmente independente e funcional. E persuadir ao reino de richi se juntar a liga, resolvendo assim o problema que o velho império tem, afinal de conta, boa parte dos súditos de Richi já eram Veslos de qualquer forma.

Acontece que, se isso fosse feito, o monarca Estanhol ganharia grande força, assim como o parlamento atual e a revolução morreria, pois o povo ficaria feliz. Os conspiradores então se decidiram a impedir que isso acontecesse, e tramaram assassinar a Grã-Duquesa.

Em Vaira de 1913, a grã-Duquesa Hyrien foi convidada pelo Primeiro Cidadão Estanhol Simón Crasso a um banquete, no palácio Lorak Santua, em Izerran. Lá a fmília real estanhola estaria presente, juntamente com outros parlamentares. A intenção era fazer com que a Grã-Duquesa falasse de seu plano pacífico aos jornalistas presentes, retirando definitivamente qualquer sombre de guerra de Aester. Com a entrevista. Valésia, Fremísia e Estúria ficariam aliviados sabendo que a próxima governante de Teudônia quer paz, o povo de Estúria receberia a notícia que a reunião com seus familiares separados pelas forçadas fronteiras entre Galei e Estúria aconteceria em breve e que o trabalho em conjunto do parlamento com o rei não só é funcional como é forte. Seria um evento que marcaria o triunfo do raciocínio e da cortesia frente a horrorosa sombra da guerra. Aester poderia se enxergar como um continente unido pela fraternidade novamente.

Mas o pior aconteceu, a Grã-Duquesa foi emboscada pelos revolucionários, que jogaram uma bomba em seu autocarro. A bomba caiu no colo da Grã-Duquesa, que ainda recebeu tiros nas costas de outros revolucionários. Ela já estava bastante ferida quando a bomba explodiu, matando-a.
Com os rumores da sede de conquistas da teudônia já espalhados, o povo estanhol abraçou os revolucionários como heróis. Os conspiradores espalharam que a grã-duquesa estava lá para aceitar os termos de rendição da Estúria para a Teudônia com anexação imediata, e o povo acreditou. Revolta tomou conta das ruas de Izerran e a família real junto com o primeiro cidadão fugiram para a Teudônia.

Godo Uberhaus, o Caiser da Teudônia nunca gostou das idéias pacifistas de sua filha Hyrien, mas com o tempo ela acabou o convencendo de que paz é melhor que poder. Ele não estava completamente convencido das idéias de sua filha, mas via na garota uma sabedoria rara e um tato para política comparável apenas aos de Vidigácio ou Madeleine du Lisse e acabou se convencendo de que ela estava mais do que preparada para mudar para melhor a Teudônia e Aester. Mais do que tudo, amava sua filha apaixonadamente.

Quando soube da morte de sua filha, tristeza e ódio o consumiram. Ele sofreu dois ataques cardíacos no dia. Enquanto ele se recuperava, a Chanceler Teudã Joffra Offizier exigiu que o parlamento estanhol encontra-se e executasse todos os assassinos da Grã-Duquesa.

Quando o Caiser se recuperou, não querendo desmerecer as decisões de sua chanceler, mas ainda ardendo de febre fez uma nova exigência. Que Estúria recebesse uma comitiva de investigação teudã para descobri e capturar todos os assassinos. Eles seriam julgados e condenados na Teudônia. Com a negativa do parlamento a este pedido, Teudônia declarou guerra a Estúria. Estúria apelou para seu aliado mais forte a Fremísia, que buscou uma saída diplomática. Mas não houve saída diplomática, pelo contrário, Teudônia invadiu território Fremísiano para atacar Estúria pelo flanco. Fremísia declarou guerra a Teudônia. 

Imediatamente, em socorro de seu aliado, Valésia declarou guerra a Teudônia. Começou a Guerra Final. Que, segundo os estudiosos e pensadores, será a guerra que terminará com a necessidade de todas as outras guerras, seja porque os vencedores terão domínio total de Aester, seja porque não sobrará nada para se dominar.
Campo de Bela